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Brasil pronto para se destacar globalmente no mercado de games

O Brasil já integra a indústria global de games há anos, mas, na maioria das vezes, atuando nos bastidores. Agora, essa realidade começa a mudar. O novo episódio do Podcast Canaltech conversou com Rodrigo Terra, presidente…

Brazil poised for global gaming success
Erick Teixeira

O Brasil já integra a indústria global de games há anos, mas, na maioria das vezes, atuando nos bastidores. Agora, essa realidade começa a mudar.

O novo episódio do Podcast Canaltech conversou com Rodrigo Terra, presidente da Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Digitais Eletrônicos). O tema foi a evolução do mercado brasileiro de games e o papel do país no cenário internacional.

Na entrevista, Terra explicou por que muitos estúdios nacionais começaram prestando serviços para grandes produções globais, prática conhecida como outsourcing. Segundo ele, esse modelo ajudou a desenvolver talento, estrutura e reputação para o Brasil.

Com o amadurecimento do setor, parte desses estúdios agora investe em projetos próprios. Eles criam jogos autorais com potencial de alcançar o público global.

Desafios e perspectivas

O episódio também abordou desafios importantes, como o baixo consumo de jogos brasileiros dentro do próprio país. Muitos estúdios adotam a estratégia de buscar reconhecimento primeiro no exterior.

Para Rodrigo Terra, o cenário é promissor. Ele acredita que o Brasil tem potencial para lançar um grande sucesso global em menos de uma década, especialmente no mercado indie, que valoriza inovação, criatividade e novas narrativas.

Outros assuntos do episódio

O podcast ainda trouxe outros temas: o Instagram testa um selo para identificar conteúdo feito com inteligência artificial; contas do Facebook foram hackeadas; um golpe usa e-mails falsos; e o BlaBlaCar agora permite buscar viagens diretamente pelo ChatGPT.

O episódio foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer. As reportagens foram de Bruno de Blasi, Jaqueline Sousa e André Lourrenti, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa de Erick Teixeira.